segunda-feira, 6 de julho de 2020

Retrato a grafite sobre papel de aguarela 42cmx60cm


A grande diferença entre chá e infusão




         Se, por um lado, o chá é preparado por meio da infusão de folhas da planta do chá - Camellia sinensis, por outro lado, a infusão é uma bebida preparada através da adição de água a ferver a folhas, flores, sementes, frutos ou caules de plantas.
                           
Chá
O chá foi descoberto há cerca de 5000 anos e é a bebida mais consumida do mundo, a seguir à água. Todos os chás - preto, verde, Oolong e branco provêm da mesma planta de climas quentes, a Camellia sinensis. Os diferentes tipos de chá são determinados pelo processamento das folhas da planta e pelo seu nível de contacto com o oxigénio. Durante a oxidação, as folhas de chá sofrem reações químicas naturais que resultam em características distintas de cor e sabor. Assim, o chá branco é produzido a partir do botão ou rebento das folhas, que são rapidamente secas ou submetidas a vapor para evitar a sua oxidação. Por sua vez, o chá verde é apenas levemente oxidado - as folhas são cozidas ao vapor, enroladas e secas. Por outro lado,o chá preto é oxidado por duas a quatro horas, sofrendo um maior processo de 
fermentação. Já o chá Oolong está entre os chás verde e preto, pois as folhas são apenas parcialmente oxidada. Com efeito, o chá é cultivado em milhares de jardins e propriedades de chá em todo o mundo, resultando em milhares de variações únicas. O chá é dividido por notas, determinadas pelo tamanho da folha. Folhas de tamanho menor são usadas em saquinhos de chá, enquanto as folhas de tamanho maior podem ser encontradas a granel.
A nível nutricional, o chá não contém sódio, gordura, carbonatação ou açúcar e é praticamente livre de calorias. Para além disso, o chá contém teína, a cafeína do chá. Uma chávena contém entre 40 a 50 miligramas de teína. Uma dose equivalente de café contém 70 a 130mg de cafeína.
O chá possui também flavonoides, compostos naturais com propriedades antioxidantes, que fornecem compostos bioativos que ajudam a neutralizar os radicais livres, que danificam o material genético e contribuem para doenças crónicas.
Adicionalmente, parece também ter efeitos benéficos a nível da prevenção do cancro, declínio neurológico, diabetes e doenças cardiovasculares, e na saúde óssea, imunidade e controlo do peso.
Infusões de ervas
Por sua vez, as infusões de ervas não provêm da planta Camellia sinensis, mas sim de uma infusão de folhas, raízes, cascas, sementes ou flores de outras plantas. Exemplos de infusões utilizadas são a hortelã-pimenta, tília, camomila, cidreira, lúcia-lima, alecrim, sálvia, tomilho, folha de oliveira, jasmim, rooibos, gengibre, casca de limão e laranja. Cada uma delas possui propriedades diferentes. A título de exemplo, a hortelã-pimenta tem propriedades anti flatulência, antiespasmódicas e antissépticas que tornam popular o seu uso medicinal desde há muitos séculos.
As infusões não possuem cafeína (teína), o que poderá ser uma vantagem para indivíduos com sensibilidade a este composto. Contudo, as propriedades antioxidantes das infusões de ervas são consideravelmente menores em comparação com as dos chás, embora apresentem um nível de polifenóis totais semelhante.
Os chás e infusões podem interagir com alguns medicamentos e diminuir a absorção de determinados nutrientes, como o ferro, pelo que em caso de dúvida é recomendável consultar um médico antes do seu consumo. Adicionalmente, não devem ser ultrapassadas as duas chávenas diárias e devem ser bebidos fora das refeições principais.
Uma forma prática e diferente de se beber chá é fazer chá gelado (ice-tea), isto é, um chá consumido frio. Não deve ser confundido com o refrigerante vendido nos supermercados, uma vez que este possui quantidades elevadas de açúcar. Poderá também optar-se por uma 'infusão gelada', usando, por exemplo, hortelã, limonete, erva-príncipe ou sálvia. De salientar que na preparação de chás ou infusões não deve ser adicionado açúcar. Em vez disso, poderá ser colocado um pau de canela, gotas de limão ou frutas.
Desta forma, os chás e as infusões diferem na sua origem, sendo que os chás apresentam maiores propriedades antioxidantes. Ambos podem ser excelentes formas de manter o equilíbrio hídrico adequado.


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

A Máscara



Olho-me ao espelho:
- O reflexo que vi ontem aparenta o mesmo aspeto de hoje.
No entanto há fotografias em casa, de há muitos anos atrás e, embora me reconheça por ter existido, a figura impressa revela uma outra que já existiu.
Na aparência que se transformou, não existe no íntimo mutações intransponíveis. Sei que sou esse, sem mistérios ou transmutações. Eu, quando era, quando fui e enquanto sou.
Nos embates diários da vida, teria sido aquela imagem estagnada em papel, sempre a mesma?
Procuro-me no tempo e descubro que assumi outras faces, outros retratos, outros esgares, outras posturas de olhos e semblantes, de acordo com predisposições, embates, discursos, encontros fortuitos, entrevistas, conquistas de amor, perdas com dor ou sem ela, paternidades de educação e insolvências de querer ser aquilo que não sou.
Máscaras!
Apenas máscaras que se desdobram no quotidiano das coisas sem valor e dos acontecimentos que temos de valorizar.
Assumo as consequências de sobrolho franzido, quando o orgulho não me permite voltar atrás.
Arqueio sobrancelhas interrogativas, quando não existe uma resposta que me elucide.
Arregalo os olhos, quando a dúvida se instala e instiga a uma débil e não fundamentada afirmação.
Mostro dentes de raiva, quando me ofendem sem razão.
Os olhos saltam das órbitas e a boca abre-se de estupor, quando a agressividade me atinge.
...Tanta máscara em tão pouco rosto!...
Tantos rostos diferentes numa cara só!
É a máscara!
Que usamos sem darmos conta no quotidiano absurdo que se instala no espírito.
Nas tragédias que não são gregas, nas comédias que não são carnavais.
É a máscara da origem do ser!
Da cosmogonia que pretendemos alcançar!
Máscara que sou eu sem saberes se és tu!
Interrogativamente efémera e sem explicação.
Catarse de alma e catalepsia de estar.
Máscara de todos os dias, que um carnaval não explica, pela simples e mera razão de se usar uma máscara que não é a nossa!

Fernando Magalhães

Retrato a grafite 30cmx40cm


quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

O meu postal deNatal de 2019.


O Menino Jesus fugiu…                
… Apanhou o primeiro raio de luz que surgiu no céu e desceu à Terra.
Ao chegar tornou-se homem e não a eterna criança acordada apenas nesta data.
Entre o bulício de gente, luzes e consumismo descobriu: pobreza, miséria, fome, violência, guerra, desigualdade social, desastres ecológicos, egoísmo e falta de compaixão.
… A antítese de todos os valores que houvera ensinado e pelos quais padeceu.
A humanidade, após 2019 anos, nada tinha aprendido!...
Decidiu utilizar a capacidade que tinha de fazer milagres e com um toque de magia espalhou por todas as crianças miríades de estrelas repletas de benevolência, perdão, generosidade e alegria…
… E tendo semeado o sonho e já cansado, decidiu aproveitar a boleia que um luar de prata lhe oferecia, pensando otimista voltar para o ano e ver as transformações produzidas.  
  Fernando Magalhães

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Excelente análise de um aluno...


... Não existe plano social grátis.
Na metade de uma aula, numa universidade, um dos alunos, inesperadamente, perguntou ao professor: - O senhor sabe como é que os porcos selvagens são capturados?
O professor achou que era uma piada e esperava uma resposta engraçada.
O jovem respondeu que não era uma brincadeira, e com seriedade começou a sua dissertação: - Para capturar porcos selvagens, primeiro localiza-se um lugar na floresta onde os porcos selvagens costumam ir, e lá colocamos diariamente um pouco de milho no chão. Assim, os porcos selvagens vêm todos os dias para comer o milho "GRÁTIS" e, quando se acostumam a vir diariamente, vamos construindo uma cerca à volta do lugar onde se acostumaram a comer, um bocado de cada vez...
Quando eles se acostumam àquele lado da cerca, voltam para comer o milho, e então constrói-se o outro lado da cerca... Eles voltam a acostumar-se e voltam a comer. Então vamos construindo o cercado à volta, pouco a pouco, até instalar os quatro lados da vedação ao redor dos porcos.
No final, instala-.se uma porta no último lado. Os porcos já estão habituados ao milho fácil e às cercas, e assim começam a vir sozinhos pela entrada. É então quando fechamos o portão e capturamos todo o grupo.
Simples assim, passo a passo, até que no último segundo os porcos perdem a sua liberdade. Eles começam a correr em círculos dentro da cerca, mas já estão presos. Depois, começam a comer o milho fácil e gratuito. Eles acostumam-se de tal maneira que se esquecem de como caçar por si mesmos, e por isso aceitam a escravidão.
Inclusivamente mostram-se gratos com os seus captores e, durante gerações vão felizes para o matadouro. Nem desconfiam de que a mão que os alimenta é a mesma que os mata.
O jovem comentou ao professor que era exatamente isso o que ele via que acontecia no seu país, na sua província, na sua cidade, com o seu povo.
Os governos populistas, com seus projetos ditatoriais, escondidos sob o manto "Democrático", estiveram lançando milho gratuito durante o tempo suficiente para alcançar a mansidão sistemática.
E, cada novo " Governo Salvador " disfarça de " Programas sociais " as suas esmolas, dá dinheiro que tira do bolso do próprio trabalhador, realiza missões, planos, indulgências, leis de " proteção ", subsídios para qualquer coisa, expropriações indevidas, programas de " Bem-estar social ", festas, feiras ou festivais, uniformes, pão e circo, transporte " Grátis ".
" G R ÁT I S!"
Toda essa " gratuitidade " que nos oferecem, quais golpistas, fantasiados de políticos, cheia de felicidade a um povo mal acostumado com as migalhas do milho fácil e " GRATUITO ". ROUBAM-NOS a capacidade de sermos críticos, pensantes e pessoas empreendedoras. No entanto, claro que nada nos saiu "Grátis".
Em consequência, "Não existe almoço grátis"! Finalmente, se percebermos que toda essa maravilhosa "ajuda" Governamental é um problema que se opõe ao futuro da democracia no nosso país, devemos compartilhar esta mensagem. Ou então, cruzemos os braços, e comamos também o milho...
…E esperemos a matança…

terça-feira, 29 de outubro de 2019

"Noção de Novo Luxo"


*O luxo mudou.*
Existe um novo conceito moderno do que é o *luxo* supremo. Os visionários estão a dar um novo significado não só à palavra, mas também às suas atitudes em relação a ela.
A mudança de comportamento neste novo milénio mostra uma nova consciência no mundo. E toda a grande transformação começa quando ocorre uma mudança de valores, e é o que estamos vivenciando neste momento.
Aos poucos, mesmo os mais desatentos, os mais conservadores, mesmo os novos-ricos, deslumbrados com sua escalada social, vão perceber que o luxo agora é outro.
Então, o que significa *luxo* nesta era contemporânea?
O *novo luxo* é ter saúde. Liberdade. Tempo. Ter espaço neste planeta atafulhado, ter hortas orgânicas, abelhas, animais livres, água limpa, rios e mares limpos, matas nativas e florestas preservadas, ecossistemas naturais.
E quem se pode dar a esse luxo?
Quem pode cuidar de sua saúde física, mental, emocional, psíquica e espiritual? Quem pode ter a liberdade de ser o que é, sem se preocupar com a opinião de ninguém? Quem pode ter tempo de fazer o que gosta e gostar do que faz?
Ter tempo de andar sem rumo, ociosamente, pensar, dedicar-se a observar a beleza das coisas, de criar beleza nas coisas, de descobrir o mundo? Tempo de dançar sozinho, olhar demoradamente um pôr do sol? Cuidar dos animais abandonados e ter uns bichinhos para chamar de seus? Tempo de cuidar do jardim e poder plantar muitas árvores? Tomar um café no fim da tarde e ler um bom livro?
Tempo de conhecer, descobrir e amar as pessoas? De poder fazer amor com todo o tempo do mundo? De acordar de bom humor e acreditar que é possível, é sempre possível, presenciar pequenos e grandes milagres que a Natureza opera?
O *novo luxo* é ter paz de espírito, consciência tranquila, meditar e sentir aquela felicidade que nasce dentro de nós, não importando o que aconteça fora.
O *novo luxo* é saber que para ser feliz temos que desejar que todos possam ser felizes também. Não carregar o peso de sentimentos maus e pensamentos negativos, mas deixar que eles passem como passam as nuvens escuras pelo céu.
O *novo luxo* é saber ser gentil com pessoas que não conhece, com empregados, funcionários, subalternos. Respeitar o outro independentemente de sua posição social, raça, cor ou credo.
Respeitar o ser humano que ele é.
O *novo luxo* é tentar entender quem pensa diferente, quem nos é estranho e saber que a violência sempre gera violência e que esse beco não tem saída.
O *novo luxo* é admitir a nossa fraqueza, perdoar os nossos erros e divertirmo-nos com os nossos defeitos. Saber que o nosso encanto é essa mistura de tudo, muitas vezes confusa e desajeitada, mas sempre tentando seguir o caminho do bem.
Todos temos falhas, todos fazemos disparates, dizemos coisas que não quereríamos ter dito e, no final, saber pedir perdão é sempre libertador.
Uma das conquistas do *novo luxo* é essa plenitude.
O *novo luxo* é experienciar, vivenciar e aprender. O novo luxo é conhecimento. Uma visão abrangente sobre o mundo em que vivemos e a nossa passagem por este lindo planeta azul.
O *novo luxo* faz de nós um novo ser humano, em que a demanda é evoluir e ser cada vez melhor.
A nossa busca é ser mais feliz.
O *novo luxo* não é ter: *é ser.*

terça-feira, 18 de junho de 2019

Conhecer, viver e aprender a Arte. Um domínio transversal.


O analfabetismo estético e cultural é uma grave doença de que o povo português padece em excesso.
Percentualmente, e relativamente a alguns países da Comunidade Europeia, é onde esta doença degenerativa se faz sentir com mais veemência.
Espalha-se em metástases que bloqueiam a evolução, o culto do bom gosto, a interacção com o património artístico, a cegueira ao formalmente correcto e o acriticismo àquilo que observamos.
Coloquem-se estas questões à maioria dos portugueses:
- Quem visita museus?
- Quem vai a exposições?
- Quem se desloca para visitar monumentos?
- Quem procura inteirar-se quanto à evolução do design?
-Quem percorre os labirintos da memória na história das pedras ancestrais?
-Quem entende os movimentos artísticos e culturais que nos transportaram ao minimalismo e contemporaneidade dos nossos dias?
- O que é o Expressionismo, o Romantismo, a Art Déco, o Surrealismo, o Construtivismo?
Infelizmente e talvez não sabendo o que é o Desconstrutivismo, vai-se tentando desconstruir o que até agora levou tempo a estabelecer.
Os olhos para o mundo, para o nosso país, para a nossa cidade, para a nossa aldeia, para a nossa rua, para a nossa casa, são os olhos com lentes progressivas de Educação Visual e Tecnológica!
Educar a visão é saber observar o que de mais importante nos rodeia, que faz parte da nossa vida, que dá cor e forma à nossa maneira de estar em sociedade, em cores quentes ou cores frias, que nos ajuda a construir um mundo melhor, numa estrutura, num módulo-padrão, numa forma, num registo de observação, numa energia alternativa, mais consciente, mais alerta e analítica, num ponto, numa linha, numa construção geométrica, sempre e cada vez mais criativa e reflexiva.
Educação Visual e Educação Tecnológica combatem a poluição visual e deformativa.
Precisa de espaço e tempo.
E a realidade confirma: no contexto actual 180 minutos semanais são pouco tempo para poder ensinar a aprender.
Ensinamos a reciclar, reduzindo a sincera ignorância e reutilizando a remanescente aprendizagem.
Que sejam criadas mais horas de aulas, que se contratem mais professores, que se encantem os alunos com claves de um SOL pintado com cores douradas que E.V. e E.T. indicam (como docente, gosto de acompanhar as minhas aulas com música).
Desenhem em SI, o que LÁ, na consciência de cada um, não passe para RÉ da incompreensão, nem DÓ do que se poderia fazer sem nunca atingir!...

Fernando Magalhães 
(arquitecto, professor de Educação Visual e Educação Tecnológica)




segunda-feira, 13 de maio de 2019

Professor!


O dinheiro que foi infiltrado nos bancos, não prejudicou o País; As ajudas de custo aos políticos, não prejudicam o País; As dezenas de profissões, que têm bónus de milhares de euros, oferecidos pelos governos, não prejudicam o País. Os milhares de profissionais, que se passeiam nos carros do Estado, não prejudicam o País; Os funcionários públicos, que recebem pelas deslocações e têm direito a residência paga, não prejudicam o País; As nomeações de milhares de "amiguinhos", a ganharem um balúrdio, num emprego sem trabalho, não prejudicam o País; Os milhares de euros, entregues a IPSS duvidosas não prejudicam o País; Os conselhos de administração, de Instituições públicas, ocupados por mandriões, vigaristas e aldrabões, a ganharem milhares de euros, não prejudicam o País; Agora, aqueles que correm um País inteiro, que pagam uma prestação de casa, mas que vão trabalhar a centenas de quilómetros, onde pagam a renda de um quarto e/ou são dos maiores consumidores de combustíveis. Que deixam os seus filhos, para ir ensinar, apoiar, acarinhar e guardar, os filhos dos outros. Aqueles, que não passam de profissionais nómadas, a construir uma sociedade, a preparar e desbravar mentes. Aqueles, que diariamente, apoiam, ouvem e sentem os problemas de tantos e tantos jovens... esses sim, vão levar o País à banca rota, porque ganham pouco mais de mil euros líquidos, pagam todas as suas despesas, deslocações, alojamento... mas, porra, são professores... que se lixem! Talvez no dia em que queiram um professor para os vossos filhos e uma escola para os acolher e guardar e não houver... pode ser que acordem. Cada classe deveria lutar pelos seus direitos e o que eu vejo é um bando de cidadãos contra os professores, como se estes fossem um bando de vigaristas, oportunistas e que não produzem (quando temos dos melhores ensinos do mundo) e não é, porque os programas são bons e os materiais adequados, é sim, porque temos muitos profissionais bons, no ensino (e, como em todas as profissões, também há maus profissionais, mas estes são poucos). Lamento, que os professores sejam sempre o bode expiatório para justificar o injustificável... se alguém mentiu, foi quem na campanha prometeu e não cumpriu... Podem falar mal, criticar, denegrir... mas a verdade é que sou orgulhosamente professor!! Nota: Este texto não é meu, mas todos deviam partilhá-lo.